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Ironia do destino, Pelo Bem da Humanidade foi lançado quatro meses antes da eclosão da pandemia, anunciando a proximidade de uma nova investida totalitária. A obra mostrou-se assustadoramente premonitória em inúmeros aspectos, em especial no alerta ao uso de técnicas de controle comportamental como o “Apelo ao Medo” — a favorita do totalitarismo —, destinada a apavorar a população.

A alegoria do “aquecimento global” foi suplantada pela da ameaça do novo vírus, e usada como álibi para suprimir direitos elementares do ser humano. Num horizonte sombrio em que a promoção da democracia e da liberdade sequer constam dos objetivos da Agenda 2030 da ONU, a bota do Estado voltou a pairar sobre o pescoço do cidadão sob velhos e ardilosos pretextos do tipo: as restrições existem “para o seu bem”, “pelo bem da humanidade”.

​O livro revolve as origens do totalitarismo no século XIX, quando o cientificismo plantou as sementes das ideologias mais nefastas criadas pelo homem. Rótulos de “negacionistas” foram colados a vários dos nossos antepassados que se opuseram às teorias eugênicas, de supremacia racial e de classe, embasadas pela Ciência da época — que levaram ao extermínio de dezenas de milhões de pessoas. Cenários e atores são outros no presente, mas o script da peça continua o mesmo.

​Com base nos registros do Komintern (a Internacional Comunista), a obra reconstitui de forma inédita as raízes comuns ao fascismo, nazismo e socialismo, bem como  a ascensão dos seus principais líderes no Ocidente. Mostra a capital e oculta influência de Moscou na ascensão de regimes totalitários e ditatoriais na Europa e Américas — inclusive o Estado Novo no Brasil — nos anos 1920/30, por meio do seu movimento revolucionário no exterior. 

​O texto retoma a linha de pesquisa do britânico A.J.P. Taylor, um historiador de formação marxista comprometido com a busca da verdade, que ousou classificar como mito a versão — até hoje hegemônica — de que o último conflito bélico global eclodira devido aos planos da Alemanha nazista. Seu livro Origens da Segunda Guerra Mundial (1961) lhe custou o cargo de conferencista na Universidade de Oxford. Sua carreira foi “cancelada” na universidade onde se formou com honrarias de 1ª classe. Qualquer semelhança com o presente não é mera coincidência.

Durante a elaboração da sua obra, um clássico da historiografia militar, Taylor não obteve acesso a uma única linha dos arquivos soviéticos anteriores a 1939, levando-o a suspeitar que o governo da URSS teria “algo de peculiarmente desagradável a ocultar”. Já a pesquisa deste livro obteve acesso a documentos secretos do Kremlin negados ao estudioso inglês, possibilitando rever as origens da Guerra Civil Espanhola, da consequente formação do Pactos de Aço e do Eixo, e dos protocolos secretos do Pacto Nazi-Soviético. Verdade seja dita: o “faro acadêmico” de Taylor estava correto.

Pelo Bem da Humanidade traz ao leitor uma reconstituição original das origens da Segunda Grande Guerra, retirando a camuflagem propositalmente colocada sobre o passado pela legião de adeptos do coletivismo. Sobretudo, oferece ferramentas para melhor compreender questões-chave da conturbada realidade atual. 

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