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Poderia ser apenas uma fake news, ou piada de mal gosto, mas é uma dolorosa realidade. A Prefeitura de Juiz de Fora lançou edital para instalação de bar no Monumento das Armas, dedicado aos heróis da Pátria que tombaram na SGM. (link)

Durante reforma anunciada para “revitalização dos monumentos da Praça do Riachuelo”, o monumento foi parcialmente destruído, e teve suas várias placas de bronze retiradas. Foi descaracterizado com o intuito escuso de ser transformado em estabelecimento comercial.

O atentado contra o patrimônio histórico, com fins políticos e ideológicos, ainda renomeou a histórica Praça do Riachuelo com o nome de um obscuro militante comunista.
A vereadora @robertalopesdm acionou o Ministério Público de MG, que se prontificou em apoiar o pedido da Associação de Veteranos. É a ÚNICA política do município empenhada na causa, e que enviará ao governador de MG, @mateus.simoesmg , a documentação relativa ao caso.

O terreno da Praça do Riachuelo, originalmente pertencente ao Estado de MG, foi doado ao município com a finalidade EXPRESSA de construção do monumento aos ex-combatentes, heróis da Pátria” (Lei nº 6.266, de 18/12/1973).


Não se trata apenas de uma disputa política ou administrativa, mas da preservação da memória nacional, do respeito aos que sacrificaram suas vidas em defesa da liberdade e da soberania do Brasil. A descaracterização do monumento representa um grave precedente. A memória coletiva de um povo não pode ser negociada, muito menos submetida a interesses escusos.

É dever do Poder Público proteger, conservar e valorizar o patrimônio histórico, conforme determinam a CF e a legislação vigente. A omissão diante de atos dessa natureza não apenas fere a legalidade, mas também desrespeita gerações que construíram, com sacrifício, a história que hoje herdamos.

A sociedade não pode permanecer inerte. Cabe à população de Juiz de Fora, às instituições e a todos que prezam pela história do Brasil se manifestarem de forma firme e legítima contra o acinte. O silêncio equivale à conivência.

Que este episódio sirva como um chamado à responsabilidade e à consciência histórica. Preservar o passado é garantir identidade ao presente e ao futuro.

A memória dos heróis da Pátria não pode — e não será — apagada.

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