O Memorial da FEB é um dos mais completos portais dedicados à preservação e divulgação da história da Força Expedicionária Brasileira (FEB) na Segunda Guerra Mundial. Aqui você encontrará artigos, documentos, raros filmes e fotografias, mapas históricos, vídeos, podcasts, biografias, livros e pesquisas que revelam a trajetória dos mais de 25 mil brasileiros que combateram na Itália entre 1944 e 1945.
Explore conteúdos sobre os pracinhas brasileiros, a Campanha da Itália, as batalhas de Monte Castello, Montese, Castelnuovodi Vergato e Collecchio-Fornovo di Taro, além de conhecer a história da 1ª Divisão de Infantaria Expedicionária (1ª DIE), da Força Aérea Brasileira (FAB), das enfermeiras militares e dos veteranos que ajudaram a derrotar o nazi-fascismo.
O portal também reúne informações sobre o envolvimento do Brasil na guerra, a Batalha do Atlântico, os navios torpedeados, a origem do símbolo “A Cobra Vai Fumar”, o legado dos ex-combatentes e a memória militar brasileira. Pesquisadores, estudantes, familiares de veteranos e apaixonados por história encontrarão aqui uma fonte confiável para compreender a participação do Brasil no maior conflito do século XX.
Memorial da FEB: preservando a memória dos heróis brasileiros da Segunda Guerra Mundial para as futuras gerações.
Poucos episódios da História do Brasil exerceram influência tão profunda sobre o imaginário nacional quanto os torpedeamentos de navios mercantes ocorridos em agosto de 1942. Durante décadas, gerações de brasileiros aprenderam que a tragédia teria sido o resultado de uma ordem pessoal de Adolf Hitler ao comandante do submarino U-507, capitão Harro Schacht. A afirmação…
Quando se fala na chegada da Força Expedicionária Brasileira (FEB) à Itália, as imagens do desembarque em Nápoles já fazem parte da memória visual de milhares de brasileiros. Fotografias, cinejornais e documentários registraram aquele momento histórico que marcou a entrada efetiva do Brasil no teatro de operações da Segunda Guerra Mundial. Entretanto, existe um documento…
Durante décadas, consolidou-se a explicação de que a Força Expedicionária Brasileira (FEB) fora armada com os antigos fuzis M1903 Springfield porque a produção do moderno M1 Garand teria sido insuficiente para atender à demanda dos brasileiros. Entretanto, a documentação oficial dos arquivos norte-americanos revela um cenário diferente e bem mais complexo.