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Moeda do Desafio da FEB
Um lançamento exclusivo do Memorial da FEB.

O Memorial da FEB orgulhosamente apresenta o seu lançamento: a Moeda do Desafio (Challenge Coin) dedicada à Força Expedicionária Brasileira. Uma peça criada para homenagear os homens e mulheres que participaram da campanha do Brasil na Segunda Guerra Mundial e, ao mesmo tempo, manter viva a memória de uma das páginas mais importantes da história militar nacional.

A moeda é dedicada a colecionadores exigentes, membros das Forças Armadas e entusiastas da FEB. Mais do que um belo e valioso objeto colecionável, a Challenge Coin da FEB carrega uma história, representa uma tradição, e estabelece vínculos entre pessoas que compartilham os mesmos valores.

Eis um presente com significado: uma opção elegante e diferenciada para presentear alguém especial com algo que representa patriotismo, honra, coragem e memória — valores atemporais que perpassam gerações. Uma pequena joia projetada com heráldica minuciosa — verdadeira “cápsula de memória” altamente codificada.

ESPECIFICAÇÕES:

  • Dimensões: 40 x 3 mm
  • Revelo em 3D
  • Material: liga metálica de zinco e bronze
  • Brindes: estojo de acrílico para presente + tripé de acrílico para exposição
  • Tiragem limitada
  • Produto exclusivo do Memorial da FEB
  • Promoção válida (20% OFF) até 18 de outubro de 2026
  • Compra segura via Mercado Livre

A parte que nos cabe

Muitos reclamam — e com razão — do escasso reconhecimento da memória da FEB pela sociedade, mas poucos estão dispostos a fazer algo para mudar esse quadro. A preservação da memória febiana não depende apenas de governos, museus, escolas ou instituições militares. Ela também pode — e deve — começar por gente comum, por meio de pequenas atitudes que, somadas, produzem grandes resultados.

  • Quantos se dispõem a apoiar os autores que pesquisam e escrevem sobre a FEB, comprando seus livros em vez de recorrer a cópias digitais piratas?
  • Quantos adquirem um livro sobre a campanha da Itália para presentear um parente ou amigo?
  • Quantos se dispõem a visitar um museu, monumento ou memorial dedicado aos expedicionários, levando filhos e netos para conhecerem esses lugares, explicando-lhes quem foram aqueles homens e por que foram à guerra?
  • Quantos se prestam a conversar com um professor, oferecendo a ministração de uma palestra sobre a FEB aos alunos da escolinha da esquina?
  • Quantos doam algumas horas do seu tempo livre para pesquisar a história dos veteranos de sua própria cidade?
  • Quantos ajudam uma família a preservar fotografias, cartas, documentos, medalhas e objetos que pertenciam a um expedicionário, antes do sumiço desse patrimônio?
  • Quantos digitalizam fotografias e documentos antigos e compartilham essas informações com pesquisadores e instituições de memória?
  • Quantos se prestam a promover um concurso de redação, fotografia, desenho ou pesquisa histórica sobre a FEB em sua escola, associação ou comunidade?
  • Quantos compartilham conteúdo sério sobre a FEB nas redes sociais, levando conhecimento a pessoas que jamais tiveram contato com essa história?
  • Quantos cobram publicamente dos responsáveis a preservação de monumentos, museus e espaços culturais dedicados à FEB?
  • Quantos dão seu voto a políticos comprometidos com a memória febiana, em vez daqueles que, mesmo ocupando o mais alto alto cargo no Executivo, jamais pisaram no Monumento aos Pracinhas ou no Monumento Votivo em Pistoia?
  • E quantos, simplesmente, param alguns minutos para contar a uma criança quem foram os brasileiros que atravessaram o Atlântico, combateram na Itália e deixaram suas vidas marcadas pela guerra?

Preservar a memória da FEB não é apenas construir monumentos ou publicar grandes obras. A memória de uma geração não desaparece de uma hora para outra, mas quando aqueles que poderiam preservá-la acreditam que essa responsabilidade caiba a outrem.

A pergunta, portanto, não deveria ser apenas: “Por que a sociedade não valoriza a memória da FEB?”. Em vez disso, talvez devêssemos perguntar: “O que eu estou fazendo para que ela não seja esquecida?”

Challenge Coin da FEB

A tradição das Challenge Coins

Você conhece a origem, características e objetivos da Moeda do Desafio? Não? Então vamos a um breve resumo:

Nos EUA, as Challenge Coins provém de uma longa tradição nas Forças Armadas. Embora diferentes versões tratem da sua origem, a tradição moderna está fortemente associada às unidades militares norte-americanas e às experiências dos seus integrantes durante o século XX.

Pequenas, resistentes e normalmente produzidas em metal, elas passaram a ser utilizadas como símbolos de pertencimento, reconhecimento, camaradagem e memória. Por isso, bem mais do que o seu valor monetário, uma Challenge Coin representa uma história.

Em muitos ambientes militares, receber uma moeda de determinada unidade, organização ou autoridade, é considerado uma forma especial de reconhecimento. Algumas são entregues a militares por serviços prestados; outras são oferecidas a autoridades, visitantes, parceiros ou personalidades que tenham estabelecido algum vínculo especial com aquela instituição.

Entretanto, com o passar do tempo, a tradição ultrapassou os muros dos quartéis. Hoje, as Challenge Coins são apreciadas por militares, veteranos, historiadores, colecionadores e admiradores da história militar, tornando-se objetos que preservam acontecimentos, instituições e personagens para as gerações futuras.

As moedas materializam o agradecimento e o reconhecimento por serviços prestados, eliminando entraves da burocracia, cotas e os rígidos critérios que regulam a entrega de condecorações militares. Isso acontece em nações que respeitam o nobre significado das comendas, considerando o real valor dos homenageados ao invés do uso indevido da homenagem como instrumento político e de promoção pessoal.

O projeto da Moeda do Desafio do Memorial da FEB nasceu desse nobre espírito.

A Challenge Coin dedicada à FEB

A Força Expedicionária Brasileira não foi apenas uma tropa enviada para a guerra. Seus integrantes representaram o Brasil em um dos momentos mais decisivos do século XX, quando milhares de pracinhas deixaram suas famílias e vidas cotidianas para atravessarem o Atlântico, a fim de combaterem em território italiano. Entre 1944 e 1945, enfrentaram um inimigo experiente, condições climáticas adversas, terreno montanhoso e os riscos inerentes à uma guerra moderna totalmente nova para eles. Ao final da campanha, a FEB escreveria o seu nome na história.

Nossa moeda foi concebida justamente para que essa história possa ser carregada, preservada e transmitida. Assim, o seu desenho em relevo incorpora elementos associados à identidade da FEB, transformando em metal (liga de zinco e bronze) um símbolo de memória e reconhecimento. Trata-se de uma pequena joia com heráldica cuidadosamente elaborada.

Guerreiros da Província Força Expedicinária Brasileira na Segunda Guerra Mundial
Disponível na Amazon e no Mercado Livre

Uma peça para colecionar — e presentear

A Challenge Coin não deve ser esquecida em uma gaveta, mas utilizada para marcar momentos especiais, homenagear pessoas e estabelecer vínculos. Por sua própria natureza e destinação, ela pode ser presenteada a:

  • autoridades civis e militares;
  • veteranos e familiares de veteranos da FEB;
  • historiadores e pesquisadores;
  • colecionadores de militaria e memorabilia da Segunda Guerra Mundial;
  • museus, associações e instituições históricas;
  • militares e integrantes das Forças Armadas;
  • personalidades que contribuam para a preservação da memória da FEB;
  • amigos e familiares que compartilham o interesse pela história militar brasileira.

É também uma excelente forma de homenagear alguém que tenha dedicado o seu trabalho à preservação da memória dos nossos expedicionários.

Challenge Coin da FEB
Guerreiros da Província Pelo Bem da Humanidade

Tradição que atravessa gerações

Existe algo particularmente significativo na pequena peça metálica que atravessou os séculos. No Império Romano, as moedas funcionavam como símbolos do poder do Estado. Como não existiam jornais ou meios digitais, a cunhagem de moedas de ouro, prata e bronze espalhavam notícias, celebravam vitórias militares e prestavam tributo a imperadores, familiares e antepassados. Mas por que algumas moedas são conhecidas como “moedas do desafio”?

Sua origem exata é incerta e possui várias teorias.

Teoria 1 : Aviadores na Grande Guerra

Conta-se que a história das Challenge Coins começou na Primeira Guerra Mundial, quando um tenente de um esquadrão recém-formado do Corpo Aéreo do Exército dos Estados Unidos encomendou uma série de medalhões de bronze com o emblema do seu esquadrão. Ele presenteou cada integrante da unidade com um deles, para que todos tivessem algo único em comum.

Um dos pilotos — que carregava sua moeda em uma pequena bolsa presa ao pescoço — teria sido posteriormente abatido atrás das linhas inimigas e capturado pelos alemães. Naturalmente, os alemães retiraram todos os seus pertences, incluindo os objetos que poderiam identificá-lo como um aviador Aliado. Por algum motivo, permitiram que ele ficasse com sua pequena bolsa de couro.

Eventualmente, ele conseguiu escapar e chegar a um posto avançado francês. Os soldados franceses, naturalmente, desconfiaram de qualquer pessoa que viesse do outro lado das linhas inimigas. Felizmente, um dos soldados franceses reconheceu o emblema do esquadrão gravado no pequeno medalhão de bronze. Os franceses decidiram dedicar algum tempo para confirmar sua identidade, em vez de executá-lo como espião. Depois, ele foi devolvido em segurança ao seu esquadrão. A partir daí, tornou-se rapidamente uma tradição dentro do esquadrão: carregar sempre consigo o medalhão.

Pilotos norte-americanos da Esquadrilha Lafayette, em 10 de julho de 1917, em Chaudun, França – Wikimedia Commons

Teoria 2: A “Jolly Sixpence” (Os Espiões)

Outra teoria sugere que a tradição tem raízes no mundo clandestino do OSS (Office of Strategic Services — Escritório de Serviços Estratégicos), entidade precursora da CIA. Os agentes que operavam atrás das linhas inimigas na França, durante a Segunda Guerra Mundial, precisavam de uma maneira de verificar a identidade uns dos outros durante encontros, sem ter de portar documentos comprometedores. Eles usavam moedas específicas — às vezes uma “Jolly Sixpence”, outras vezes uma moeda local específica — como prova de autenticidade (bona fides).

Se você colocasse a moeda sobre a mesa e o outro agente apresentasse uma correspondente, o encontro era considerado seguro. Embora historicamente verídica para os espiões, essa teoria não explica exatamente como a tradição chegou à infantaria regular.

Teoria 3: A rodada de bebidas

Outra versão conta que, durante a Segunda Guerra Mundial, alguns militares estavam reunidos em um bar durante um período de descanso quando um deles decidiu desafiar os companheiros: todos deveriam apresentar a moeda que carregavam consigo. Quem não conseguisse mostrar a sua teria de pagar uma rodada de bebidas para todo o grupo. Se, entretanto, todos apresentassem suas moedas, o responsável pelo desafio é que ficaria encarregado de pagar a conta. Nasceu, assim, a partir de uma brincadeira que, com o tempo, transformou-se em verdadeira tradição militar.

Teoria 4: O “Clube do Cartucho” no Vietnã

Essa é, provavelmente, a verdadeira origem das regras de moedas que conhecemos hoje. No Vietnã, unidades de Forças Especiais e soldados de infantaria carregavam “cartuchos da sorte” — frequentemente a última munição do carregador, guardada para uma situação de emergência extrema. Nos bares, os soldados desafiavam uns aos outros a apresentar o seu cartucho. Quem não a tivesse, pagava a rodada de bebidas.

Com o tempo, portar munição real em um bar tornou-se um risco (por razões óbvias). A “verificação do cartucho” evoluiu para a “verificação da moeda”, geralmente utilizando uma moeda específica da unidade, ostentando o brasão do batalhão ou do Grupo de Forças Especiais.

Aperto de Mãos

Existe outra tradição particularmente interessante relacionada às Challenge Coins: o aperto de mãos. Nas Forças Armadas, o aperto de mãos sempre representou muito mais do que uma simples saudação. É uma demonstração de respeito, confiança e camaradagem, que parte sempre do superior para o subordinado. Com o tempo, as Challenge Coins passaram a fazer parte desse ritual em momentos especiais.

A entrega da moeda acontece de maneira extremamente discreta: durante o aperto de mãos, uma pessoa passa a moeda à outra sem que os presentes percebam. Para quem observa de fora, é apenas um cumprimento. Contudo, para quem conhece a tradição, aquele aperto de mãos significa muito.

Um episódio que ilustra essa tradição ocorreu em junho de 2011, quando o então Secretário de Defesa dos Estados Unidos, Robert Gates, visitou instalações militares no Afeganistão. Durante o encontro com militares norte-americanos, Gates cumprimentou dezenas de homens e mulheres que serviam no país. Aparentemente, eram apenas cumprimentos protocolares. Mas havia algo mais. Em alguns desses apertos de mãos, o secretário entregava discretamente uma Challenge Coin.

Esse gesto ajuda a explicar a força simbólica das pequenas moedas, que podem ser discretas em tamanho, mas carregam consigo uma mensagem enorme. Quando o superior entrega uma moeda, ele está dizendo: “Vejo o que você fez e valorizo você. O seu serviço foi reconhecido. Sua dedicação não foi esquecida”.

Enfim, no meio militar, a Moeda do Desafio não está ligada ao dinheiro. Sua entrega demonstra o reconhecimento, o pertencimento, a camaradagem e o orgulho por uma instituição ou unidade da qual se faz parte ou a que tenha prestado serviços meritórios.

No serviço ativo, portar a sua Challenge Coin significava estar preparado para provar que você faz parte de um grupo — e que se orgulha dele.

challenge Coin
O Secretário de Defesa dos EUA, Robert Gates (U.S. Department of War).

Uso no meio civil

Durante muito tempo, as Challenge Coins estiveram associadas quase exclusivamente ao universo militar. Hoje, porém, essa realidade mudou, visto a tradição ter ultrapassado os limites da caserna, chegando ao meio civil. Conquistou o apreço de colecionadores, historiadores, museus, pesquisadores e admiradores da história militar.

Serviços de Emergência: Polícias e Corpos de Bombeiros Militares as utilizam para marcar incidentes notórios ou marcos importantes na carreira.
Mundo Corporativo: Empresas as utilizam para reconhecer conquistas em vendas.
Presidentes: Os presidentes recentes dos EUA geralmente cunham a sua própria moeda oficial para presentear diplomatas e tropas que se destacaram em suas missões. Por isso, a challenge coin é uma das poucas condecorações militares raramente acompanhadas da documentação formal. Trata-se de algo eminentemente pessoal.



Quem pode ter uma Challenge Coin?

O interesse pelas Challenge Coins vem crescendo no Brasil, acompanhando uma tendência internacional de valorização dessas peças como objetos de coleção e de memória. Eis um sadio e virtuoso hábito paulatinamente adotado por nossa sociedade — que, em regra, infelizmente se habituou a importar dos EUA apenas os seus vícios.

E não é difícil entender o motivo da nova paixão: cada moeda pode representar vasto leque de propósitos: uma unidade militar, uma operação, uma instituição, uma personalidade, um acontecimento histórico ou uma homenagem. Para alguns, é uma peça de coleção. Para outros, uma lembrança. Para muitos, é uma forma de demonstrar respeito por uma instituição ou por aqueles que fizeram parte de sua história.

Existe ainda um significado particularmente especial: receber uma Challenge Coin de alguém também significa ganhar uma lembrança pessoal. Não é necessário ser um militar para receber uma. Você pode ser um colecionador de militaria, um pesquisador da Segunda Guerra Mundial, um admirador da história da FEB ou simplesmente alguém que acredita que a memória daqueles que serviram ao Brasil deve ser preservada e transmitida às próximas gerações.

No final das contas, talvez seja justamente essa a maior força de uma Challenge Coin: transformar uma história em um objeto que pode ser guardado, compartilhado e transmitido. E quando a moeda representa a Força Expedicionária Brasileira, ela passa a carregar consigo uma história que merece ser lembrada.

Uma pequena moeda.
Uma grande história.
Uma memória que não pode desaparecer.

Documentos podem ser arquivados. Fotografias podem desaparecer. Monumentos podem ser esquecidos ou até destruídos pela administração pública — como o que lamentavelmente aconteceu em Juiz de Fora. Mas determinados símbolos permanecem porque são guardados por pessoas. É esse um dos propósitos desta Challenge Coin.

Ao adquirir a Moeda do Desafio febiano, você não está simplesmente comprando um objeto. Está adquirindo uma peça de memória. Uma elegante representação material da participação brasileira na Segunda Guerra Mundial; uma homenagem à memória daqueles que cumpriram o seu dever com louvor.

Símbolo de pertencimento

As Challenge Coins também possuem um significado particular dentro da cultura militar: elas aproximam pessoas que compartilham uma história ou um conjunto de valores. No caso da moeda da FEB, esse vínculo se estabelece em torno da memória dos expedicionários brasileiros. É uma maneira discreta de dizer: “Eu conheço essa história. Eu respeito aqueles que a fizeram. E quero que ela seja lembrada.”

Por isso, ela pode ocupar um lugar especial na coleção de um historiador, na estante de um militar, na vitrine de um colecionador ou nas mãos de alguém que simplesmente acredita que a memória dos brasileiros que combateram na Segunda Guerra Mundial merece ser preservada.

Não se trata de um pin, um botton ou medalha vulgar, como tantas à venda na internet, mas uma pequena obra de arte com heráldica minuciosamente elaborada, repleta de significados e simbolismos. Vamos a ela:

Heráldica da Medalha do Desafio da FEB

ANVERSO — Condecoração e identidade da FEB

Campo: circular, de fundo verde-escuro, delimitado por bordadura externa em metal dourado/bronze, com filetes concêntricos em relevo.

Bordadura: na parte superior, em letras capitais em relevo, a legenda: “FORÇA EXPEDICIONÁRIA BRASILEIRA”. A inscrição acompanha o arco superior da Moeda

Peça principal: ao centro, representação da A Medalha de Campanha da FEB, instituída pelo Decreto-Lei nº 6.795, em 17 de agosto de 1944, ela reconhece os feitos dos militares brasileiros e Aliados que participaram das operações de guerra, na Força Expedicionária Brasileira, durante a Segunda Guerra Mundial, especialmente durante a Campanha da Itália. Está suspensa por fita vertical nas cores verde e vermelho e encimada por barreta horizontal contendo as letras: “FEB”.

Abaixo da fita figura uma cruz de pontas alargadas, em metal bronzeado, tendo ao centro um medalhão circular. No medalhão central encontra-se a inscrição “FEB”, circundada por coroa de louros, símbolo tradicional de honra, vitória e glória militar. Os quatro braços da cruz apresentam a seguinte composição:

  • braço superior: inscrição “BRASIL”, associada à origem nacional da Força;
  • braço lateral esquerdo: numeral “16”;
  • braço lateral direito: numeral “VII”;
  • parte inferior: numeral “1944”.

A composição constitui a referência cronológica “16 VII 1944“, associada ao dia do desembarque do 1º Escalão da FEB em Nápoles.

Ornamentos laterais

A cruz é ladeada por dois ramos de louro, dispostos simetricamente, que acompanham a curvatura interna do campo. O louro representa:

  • honra;
  • vitória;
  • reconhecimento;
  • glória militar;
  • memória dos combatentes.

Divisa inferior

Na parte inferior da composição encontra-se uma faixa em metal, ladeada por duas estrelas de cinco pontas, trazendo a inscrição: “BRASIL”. As estrelas funcionam como elementos ornamentais e simbólicos, enquanto a inscrição reforça a identidade nacional da peça.

O anverso concentra-se na identidade militar brasileira da FEB. A medalha representada em posição dominante remete ao reconhecimento oficial dos expedicionários; a fita e a cruz estabelecem o caráter de condecoração militar; a sigla FEB identifica a Força; e a inscrição BRASIL reafirma sua origem nacional.

A data “16 VII 1944” funciona como marco cronológico da composição, enquanto os ramos de louro representam a honra conquistada pelos expedicionários em campanha.


REVERSO — A cobra está fumando e a Campanha da Itália

Campo: circular, de fundo verde-escuro, com representação cartográfica em relevo do Brasil e da Itália, dispostos como elementos geográficos de fundo. O Brasil aparece à esquerda e a Itália à direita, estabelecendo visualmente a relação entre a pátria dos expedicionários e o território europeu no qual a FEB combateu.

Bordadura

Na parte superior da bordadura encontra-se a inscrição: “FORÇA EXPEDICIONÁRIA BRASILEIRA”. Na parte superior interna do campo aparecem os numerais: “1944 ★ 1945”, representando o período da campanha da FEB na Itália.

Peça central — Cobra Fumando

Sobre os mapas encontra-se, em posição de honra e domínio, o principal elemento heráldico da composição: o Distintivo da Cobra Fumando.

A figura apresenta uma serpente verde, enrodilhada, com a cabeça erguida e um cachimbo na boca, do qual emerge fumaça branca. A serpente encontra-se inserida em um escudo, cuja composição cromática apresenta:

  • campo amarelo/dourado;
  • bordadura vermelha;
  • chefe azul;
  • inscrição “BRASIL” em branco sobre o chefe;
  • a Cobra Fumando como figura central.

O escudo

O escudo constitui o núcleo simbólico do reverso. O amarelo/dourado do campo proporciona contraste com a serpente verde e remete às cores nacionais brasileiras. A bordadura vermelha, juntamente com as cores azul do chefe e branca da inscrição “FEB”, remetem à cores do símbolo do V Exército dos EUA, no qual a FEB combateu.

A Cobra Fumando ocupa a posição central e dominante, sendo o elemento que individualiza a FEB dentro da composição.

Mapas

Em segundo plano encontram-se as representações cartográficas:

Brasil: representa a pátria e a origem dos expedicionários.

Itália: representa o teatro de operações europeu no qual a FEB realizou sua campanha militar.

A disposição dos dois territórios estabelece uma leitura simbólica de Brasil → Itália → FEB, traduzindo graficamente a projeção da Força brasileira para o teatro de guerra europeu.

Estrelas

Distribuídas ao redor da composição aparecem estrelas de cinco pontas, em relevo metálico. Além de seu valor ornamental, elas contribuem para a linguagem militar da peça, evocando a condição de Força Armada e a dimensão histórica da campanha.

Inscrição inferior

Na parte inferior encontra-se a sigla: “FEB” em letras capitais de relevo, ladeada por dois ramos de louro que se encontram na parte inferior.

Os ramos representam novamente honra, vitória, reconhecimento e memória.


Leitura heráldica do conjunto

As duas faces da Challenge Coin febiana cumprem funções simbólicas diferentes.

ANVERSO

A FEB enquanto Força militar brasileira.

A medalha, a cruz, a fita, a sigla FEB, o Brasil e os elementos de louro enfatizam:

HONRA — CONDECORAÇÃO — IDENTIDADE MILITAR

REVERSO

A FEB enquanto Força Expedicionária em campanha.

O Brasil, a Itália, a Cobra Fumando, as datas 1944–1945 e os elementos militares enfatizam:

PÁTRIA — GUERRA — ITÁLIA — MEMÓRIA


Blasonamento resumido

Anverso: em campo circular de sinopla escuro, uma representação de condecoração militar brasileira, pendente de fita em verde, branco e vermelho, encimada por barreta com a sigla FEB; abaixo, cruz de pontas alargadas, tendo ao centro medalhão com a sigla FEB, circundado por coroa de louros, e carregando os elementos BRASIL, 16, VII e 1944. A composição é ladeada por ramos de louro e encimada pela inscrição FORÇA EXPEDICIONÁRIA BRASILEIRA, tendo na ponta a divisa BRASIL, ladeada por estrelas.

Reverso: em campo circular de sinopla escuro, sobre as representações cartográficas do Brasil e da Itália, um escudo carregado da Cobra Fumando, de sinopla, sobre campo de ouro, com bordadura de goles e chefe de blau com a inscrição BRASIL; em chefe, a inscrição 1944 ★ 1945; na bordadura, FORÇA EXPEDICIONÁRIA BRASILEIRA; na ponta, a sigla FEB, acompanhada de ramos de louro e estrelas de cinco pontas.

Um presente com significado

Poucos presentes como esse conseguem combinar história, tradição, simbolismo e valor afetivo. Uma Challenge Coin pode ser entregue em uma cerimônia, oferecida durante uma visita institucional, utilizada para homenagear uma autoridade ou simplesmente presenteada a alguém querido.

Ela pode marcar uma homenagem, uma conquista, uma amizade, uma parceria ou uma boa lembrança. E, quando oferecida a alguém, passa a carregar também a história de quem a entregou e de quem a recebeu.


O Memorial da FEB tem como missão contribuir para a preservação e divulgação da história da Força Expedicionária Brasileira e da participação do Brasil na Segunda Guerra Mundial. Nossa Moeda do Desafio integra esse esforço de forma diferente, pois materializa a memória febiana em um objeto que pode ser levado a qualquer lugar.

A história continua sendo transmitida, e cada moeda que circula ajuda a manter viva a lembrança daqueles que um dia partiram para a guerra em nome do Brasil.Tenha em sua coleção uma peça criada para homenagear a Força Expedicionária Brasileira e aqueles que fizeram parte dessa história.

Se você é colecionador, historiador, militar, familiar de expedicionário ou simplesmente um admirador da FEB, esta moeda foi concebida para você.

Adquira a sua Challenge Coin da FEB no Mercado Livre e carregue consigo um pedaço da memória daqueles que combateram pelo Brasil na Segunda Guerra Mundial.


Fontes:

Embleholics — History of the Challenge Coin

https://www.challengecoins4less.com/challenge-coin-history

Avaliação: 5 de 5.

3 respostas a “A Moeda do Desafio da Força Expedicionária Brasileira”

  1. Avatar de joyfullyperfect78d3873ffd
    joyfullyperfect78d3873ffd

    Sensacional! Tenho um espaço em minha casa reservado à memória de meu saudoso pai Segundo Sargento José Farnese que lutou bravamente na Segunda Guerra Mundial. Herói de verdade com várias condecoraçõis. Tenho muito orgulho de ser filho de um pracinha da FEB. Jamais serão esquecidos. HONRA E GLÒRIA!

  2. Avatar de João Luiz Farnese

    Sensacional! Tenho um espaço em minha casa resevado à memória de meu saudoso pai Segundo Sargento José Farnese que lutou bravamente na Segunda Guerra Mundial. Herói de verdade com várias condecoraçõis. Tenho muito orgulho de ser filho de um pracinha da FEB. HONRA E GLÓRIA!

  3. Avatar de Augusto Cesar Maia Cardoso

    o meu Pai o Sargento Zacarias Izidoro Cardoso participou da Tomada do Monte Castelo

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