Certas reuniões entre os presidentes do Brasil e dos Estados Unidos da América costumam ser divulgadas pela imprensa nacional com grande estardalhaço e imprecisão, principalmente quando acontecem longe dos holofotes. Entretanto, não iludem ou surpreendem os amantes da História. A Conferência do Potengi (também grafada como Potengí ou Potengy) ocorrida em Natal, em janeiro de 1943, oferece um exemplo clássico. O jornalismo da época romanceou o famoso encontro de Franklin Roosevelt e Getúlio Vargas durante a Segunda Guerra Mundial. Entretanto, com o passar dos anos, ao invés de suprimr os mitos pelo estudo acurado, a historiografia não só os repetiu como criou novos “fatos”.
Este post é um extrato adaptado do livro Guerreiros da Província: a jornada épica da Força Expedicionária Brasileira, que reconstitui o episódio histórico com base em fontes primárias brasileiras e norte-americanas.
“Nada mais”
Franklin Roosevelt encarregara o vice-almirante Jonas Ingram de organizar um encontro com Getúlio em Natal, no retorno da Conferência de Casablanca. Em 4 de janeiro, ele comentou com o embaixador Martins a possibilidade de encontrar-se com Vargas caso visitasse as Índias Ocidentais no inverno. O diplomata cometeu gafe ao repassar com incorreção esse comentário ao Itamaraty, pois Getúlio orientou Aranha a informar a Caffery que teria o prazer de “encontrá-lo [FDR] em Trinidad”. Ao tomar ciência da resposta, Roosevelt escreveu a Caffery: “Eu simplesmente disse a Martins que se eu fosse às Índias Ocidentais nesse inverno eu esperava muito que o presidente Vargas pudesse me encontrar em algum local central, como Trinidad. Nada mais”.1
O caudilho aceitou de pronto o convite; deixou o “Getulinho”, seu filho caçula, moribundo num hospital de São Paulo. O rapaz faleceria quatro dias após o retorno de Vargas ao Rio de Janeiro, vítima da paralisia infantil. Em 27 de janeiro, Getúlio viajou, às escondidas, para a capital do Rio Grande do Norte, em uma aeronave militar dos EUA. Instalou-se não em um hotel ou quartel da cidade, mas no contratorpedeiro americano Jouett, no qual permaneceu oculto.
Ingram recebeu FDR na manhã do dia seguinte, poucos minutos em seguida ao pouso do avião presidencial na foz do Rio Potengi. Embarcaram no tender USS Humboldt, que recebeu Vargas às 11h45. Os dois líderes conversaram no convés, com direito a pose para uma sessão de fotos que incluiu o assessor Harry Hopkins, Caffery, Ingram, os contra-almirantes Beauregard e McIntire, e o general-brigadeiro Robert L. Walsh: todos estrangeiros.

Visita à “Rampa de Natal”
Terminado o almoço, a comitiva americana visitou a “Rampa de Natal”: antiga estação de passageiros e de transporte de correspondências, agora utilizada como base pelos hidroaviões da Pan American Airways e de patrulha da U.S. Navy.
Roosevelt embarcou num jipe do Exército e passou revista à guarnição do Esquadrão de Patrulha 74, da Marinha dos EUA. Dirigiu-se à colina do Rádio Farol (entrada da Barra) a convite do constrangido general Gustavo Cordeiro de Farias, comandante da Guarnição de Natal, que lhe apontou as baterias de artilharia encarregadas da defesa na área.2
FDR trocou o jipe por um sedã mais confortável, trafegando pelo centro da capital potiguar até o campo de Parnamirim, sede do QG da Ala Sul do Atlântico, do Comando de Transportes do Exército. O comboio de 12 carros desfilou pelas ruas com homens do serviço secreto americano trepados na capota dos veículos, exibindo rifles nas mãos, tal qual um moderno “bonde” do tráfico.
À noite, Vargas e Caffery jantaram com Roosevelt e Hopkins a bordo do Humboldt, e passaram a tratar de questões relevantes durante o repasto. O presidente americano sugeriu que o Brasil participasse da ocupação dos arquipélagos portugueses. Priorizou o objetivo número um da estratégia Aliada estabelecido na Conferência de Casablanca para 1943: a vitória na Batalha do Atlântico.
Os Aliados precisavam das ilhas lusitanas como bases para a operação dos aviões de patrulha, a fim de neutralizar os U-boats do Eixo que agiam além do alcance da aviação baseada em terra. Caso contrário, ficaria comprometido qualquer plano de invasão da Europa Continental pelo Atlântico.

“Ponta de Lança”
Em outubro, Frank Knox sugerira a Roosevelt que o Brasil participasse como a “ponta de lança” da ocupação dos Açores. Eis uma das razões da viagem de FDR a Natal: reapresentar sugestão parecida com a que fizera a Vargas em julho de 1941, ao pedir a realização de entendimentos com Portugal, a fim de viabilizar a presença militar brasileira nas ilhas dos Açores e da Madeira.3
Na abordagem inicial, a demanda não se limitara às ilhas citadas, incluindo a ocupação conjunta de Trinidad e da Guiana Holandesa. Roosevelt alegara a necessidade de cortar o apoio fornecido por supostas bases à operação dos submarinos do Eixo nas Américas, sem gerar possíveis reclamações nos países sul-americanos.4
Getúlio respondeu a delicada consulta com evasivas, relegando o “abacaxi” aos estudos de uma Comissão Mista. Mais tarde, assim que o assunto veio à tona durante reunião ministerial, recebeu opiniões contrárias ao envolvimento brasileiro na aventura militar. Dutra mostrou-se incisivo. O ministro recomendou que Vargas não tomasse partido de uma situação que poderia levar o País à guerra. Fez paralelo entre a sugestão de Washington e o plano de instalar suas tropas no Nordeste: “Ademais, como compreendermos bem e claramente a sugestão que nos faz fortes para irmos nos apossar de alheias terras e defendê-las e, ao mesmo tempo, nos faz tão fracos que deixamos as próprias à guarda e tutela de estrangeiros, conquanto amigos?”.5
“No limiar de uma nova era”
Por isso, durante a Conferência do Pontegi, FDR tentara encontrar um meio-termo que atendesse os desígnios do Departamento de Estado, sem esbarrar nas restrições do Departamento de Guerra. Para os caciques do Conselho dos Chefes de Estado-Maior — subordinados apenas a Churchill e Roosevelt —, a participação de Forças brasileiras na guerra teria utilidade apenas sob a forma de guarnições minúsculas e ilhadas — alegóricas, na melhor das hipóteses.
Vargas afirmou que estava disposto a levar a questão dos Açores ao presidente português Salazar, relembrando que não poderia enviar tropas “a não ser que vocês [EUA] forneçam equipamentos adequados”.6 O líder americano então jogou isca tentadora: disse que queria “tê-lo a seu lado na conferência de paz”, e Vargas respondeu que tomaria os passos necessários para o Brasil se tornar membro, “Mas é oportuno momento de lembrar novamente que precisamos de equipamentos de você para os nossos militares, Marinha e Força Aérea”.7
Getúlio e Caffery deixaram o navio às 21h45. Já Roosevelt decolou de volta aos EUA na manhã seguinte. O embaixador americano remeteu a Washington o registro detalhado da conversa presidencial; disse que, aos olhos de Aranha, Getúlio retornara bem-humorado de Natal, e que raramente o vira tão satisfeito, “com um sentimento de confiança em você [FDR] ainda maior do que já havia”.8
“Ponto de inflexão”
O breve encontro teve efeito mais simbólico e midiático do que prático, ufaneado pelo Correio da Manhã como “memorável conferência”, “importantíssima conferência”, prova da competência de Vargas como negociador e estadista.9 A imprensa de aluguel tentou equiparar a reunião natalense à de Casablanca. Ignorou a obviedade de que convenções de relevo congregam destacados enviados das partes por dias — semanas, às vezes — e não horas, conforme o visto nas promovidas pelos Aliados (Arcadia, Trident, Yalta, Potsdam, entre outras). O Diário Carioca, do sabujo Chateaubriand, proclamou que “o encontro de Natal foi realizado no limiar de uma nova era”.10
Historiadores ilustres conjecturaram na Conferência do Potengi a colocação de um marco determinante para as relações binacionais: “ponto de inflexão na política dos Estados Unidos em relação ao Brasil”.11 Presumiu-se que o entendimento entre os dois presidentes modificara a opinião do Exército dos EUA, que teria “passado a apoiar o emprego de tropas brasileiras fora do País”.12
Memorialistas simpáticos ao varguismo seguiram ainda mais longe: imaginaram a barganha da Força Expedicionária pelos recursos necessários à consolidação da Companhia Siderúrgica Nacional e até à formação de um exército com cem mil homens para extrair a seiva da borracha amazônica.

“Natal ainda não é uma cidade ocupada”
Não obstante, ao contrário das especulações, a Conferência do Potengi produziu simplória declaração de boas intenções em folha e meia manuscrita por FDR, que resultou na esperada assinatura da Carta do Atlântico pelo Brasil, além da troca do embaixador brasileiro em Lisboa. Nada mais. No tocante ao envio de uma expedição militar ao exterior, a questão continuou presa no velho atoleiro: o fornecimento de armas.13
Vargas tentou emplacar a narrativa de anfitrião do encontro, mas desempenhou o papel de mero acompanhante de luxo. Ficou marcada no imaginário coletivo a foto icônica de um Getúlio sorridente, caroneiro de Roosevelt em um jipe, cercado por agentes do Serviço Secreto dos EUA. É praticamente o único brasileiro visível num cenário em que até a viatura e o motorista são estrangeiros. Parece um forasteiro em sua própria nação.
Confirmou-se o alerta da dupla Dutra-Góes no ano anterior: “A vinda agora de elementos americanos para o Brasil acarretaria a consequência de anular a nossa soberania na região onde se estabelecessem, que transmudaria de logo, pura e simplesmente, em mero território de ocupação estrangeira”.14


“Acho que querem entregar o Exército ao almirante Ingram”
A viagem furtiva de FDR e Vargas à capital potiguar não agradou às Forças Armadas. Gustavo Cordeiro de Farias enviou ofício ao vice-cônsul dos EUA em 1º de fevereiro, no qual expressou indignação pela vinda abrupta da comitiva. Declarou: “Custa crer a possibilidade do general comandante da Guarnição de Natal deixar de receber o seu presidente pela ignorância de sua chegada”.15
Nenhuma autoridade militar nacional teve ciência prévia da passagem de Roosevelt. Ingram convidou Gustavo a receber FDR na Rampa de Natal — desde que sozinho, sem nem mesmo a companhia do ajudante de ordens.
As honras dedicadas a Roosevelt por uma guarda de forasteiros escancarou o desprezo pelos militares locais: “Causou má impressão na população natalense quando passaram nas ruas da cidade os nossos presidentes tendo o seu carro seguido por outro apinhado de policiais americanos, sem ao menos se seguir um outro com nosso Serviço de Segurança Política e Social”, reclamou Gustavo ao vice-cônsul. O general ainda despachou um relatório secreto ao Ministério da Guerra, clamando pela
“necessidade da manutenção do respeito mútuo e a não diminuição do prestígio das autoridades brasileiras […]. Afinal, Natal é uma cidade guarnecida por tropa do Exército, Marinha e Aviação do Brasil, e não é ainda uma cidade ocupada”.16
O Exército Brasileiro virou piada em Washington após a audiência em Natal. O Vice-Chefe de Operações Navais, almirante Frederick C. Horne, pilheriou durante reunião com seus pares em fevereiro: “Acho que querem entregar o Exército ao almirante Ingram”.17


“Podem ir onde vocês quiserem”
Era notória a relutância dos estrategistas do Estado-Maior dos EUA no sentido de armar um efetivo expedicionário do aliado sul-americano. Não viam com bons olhos a participação ativa do Brasil na guerra — sequer a de um modesto batalhão.
Em Washington, o coronel Thomas White, assistente de Marshall (outro exonerado da Missão militar dos EUA no Rio, a pedido dos Ministério da Guerra), tinha a convicção de que Góes Monteiro estava cercado e controlado por uma “panelinha” de oficiais pró-Eixo e antiamericanos em posições-chave, tanto no Exército quanto na Força Aérea.
Subestimando a capacidade bélica dos brasileiros, White escreveu a Marshall que, “sem sombra de dúvida, mesmo que fosse fornecido material bélico ao Brasil, suas Forças Armadas não o utilizariam de forma efetiva” — opinião que influenciaria a composição do quadro de armamento individual da FEB. Seu relato a respeito do chefe do EME e da classe militar nacional talvez seja o pior já escrito em um documento do governo americano: “Ele [Góes] espelha a opinião de uma das classes mais egoístas do mundo: as Forças Armadas brasileiras”.18
Esse embate remete ao primeiro encontro entre Zé Carioca e Pato Donald, levado às telas dos cinemas por Walt Disney em 1942. Miller e seus colegas assemelhavam-se ao mal-humorado Pato Donald. Os céticos americanos viam Góes Monteiro como o estereótipo do Zé Carioca: o papagaio malandro e disposto a passar lhes a perna na primeira oportunidade.
Espantalho militar
Gerson Moura concluiu que “a FEB constituiu o núcleo de um projeto político mais amplo, que visava projetar o Brasil como uma potência significativa na América Latina e assegurar a presença do país na mesa de conversações que iriam reordenar a situação internacional no pós-guerra”.19
No entanto, a face real desse projeto político possui menos altruísmo e mais ambição e sutilezas do que se imagina. Caso os Aliados decidissem tomar à força os arquipélagos lusitanos, com tropas brasileiras empregadas como força de ocupação, a contrapartida getulista seria nada menos do que a posse das colônias portuguesas de ultramar — “patrimônio que é hereditariamente brasileiro”, segundo Aranha.
Entre os onze objetivos listados pelo chanceler para orientar Getúlio no encontro com Roosevelt, estavam a “maior influência sobre Portugal e suas possessões”, a “criação de um poder marítimo” e a “criação de um poder aéreo”.20 Suprimiu-se o poder terrestre. A dupla Aranha-Vargas estava focada no fortalecimento da Aeronáutica e da Marinha no campo militar e, consequentemente, na política interna.
Os objetivos elencados pelo chanceler não diferem, em essência, da mensagem levada por Queirós a Haden: isolar o Exército Brasileiro. Para engambelar a Força Terrestre, bastava despachar um solitário batalhão para a África, ou um simples destacamento para guardar um rochedo oceânico português qualquer. A imprensa servil estaria pronta a enaltecer a mais insignificante ação militar.
O chanceler pouco se importava com o tipo de emprego dos patrícios na guerra — moeda de troca para o fiel escudeiro getulista. Munido de desfaçatez incrível, respondeu à pergunta de Caffery quanto à sugestão de destino da expedição: “Podem ir à África ou Europa, ou Ásia, ou onde vocês quiserem” [sic].21
Manobra varguista no Potengi
Góes Monteiro intuiu a manobra varguista, tanto que nunca escondeu sua oposição ao emprego alegórico de pequenas frações de tropas como polícia de fronteira no deserto, ou no papel humilhante de “testas de ferro” em arquipélagos lusitanos. Ao final de setembro, “falou em convocar dois milhões de homens e enviar ao exterior uma força expedicionária brasileira”.22
Porém, se não houvesse a recusa do Chefes do Estado-Maior (CCS) em dezembro de 1942, provavelmente a FEB teria o formato do Batalhão Suez na década seguinte. Caso Salazar dissesse “sim” à proposta varguista, ao invés de conquistar glórias na Itália, a participação do EB no conflito limitar-se-ia à minúscula guarnição, ilhada no meio do Atlântico, plateia de monótonos pousos e decolagens.
Terminada a reunião entre Churchill e Roosevelt em Casablanca, os diplomatas ingleses foram orientados por seu primeiro-ministro a “afagar” Vargas e lisonjear o Brasil por razões políticas. O espantalho militar costurado por Getúlio cumprira seu objetivo: angariou-lhe o apoio político Aliado, incitando a desconfiança dos militares anglo-americanos de alto posto em relação aos pares nacionais.
Obviamente, o menosprezo quase explícito de Vargas e Aranha pelos conterrâneos fardados — parte da sua estratégia de isolamento político dos adversários — não fez aumentar o respeito e a empatia dos americanos pelos militares brasileiros.
Por fim, as tramas e vícios de Getúlio Vargas, evidenciadas durante a Conferência do Potengi, afetariam de forma negativa a organização, o preparo e o emprego da Força Expedicionária Brasileira.
Fontes
1.Franklin D. Roosevelt, Papers as President: the President’s Secretary’s File (PSF), 1933-1945, memorandum for the Under Secretary of State, 8 jan. 1943, Franklin D. Roosevelt Presidential Library & Museum, Series 3, Diplomatic Correspondence, Box 24, Brazil.
2. Naval History and Heritage Command, Log of the Trip of the Presidente to the Casablanca Conference, 9-31 january, 1943, .
3. Knox a Roosevelt, 26 out. 1942.
4. Os Aliados ocuparam as ilhas em 1943, com o consentimento português, baseados em um antigo tratado luso britânico. Atualmente, Portugal e EUA operam uma base aérea militar de uso conjunto na ilha: a Base Aérea das Lajes.
5. Renault Leite e Novelli Júnior, op. cit., p. 544.
6. Foreign Relations of the United States, Diplomatic Papers, 1943, The American Republics, volume V, pp. 655-656.
7. Foreign Relations of the United States, Diplomatic Papers, 1943, The American Republics, volume V, 740.0011 European War 1939/27588: Telegram, The Ambassador in Brazil (Caffery) to the Secretary of State, Rio de Janeiro, 30 jan. 1943. O governo brasileiro assinou a Carta do Atlântico e se juntou às Nações Unidas em fevereiro seguinte.
8. Caffery a Roosevelt, 9 fev. 1943, Franklin D. Roosevelt, Papers as President: the President’s Secretary’s File (PSF), 1933-1945, Franklin D. Roosevelt Presidential Library & Museum, Series 3, Diplomatic Correspondence, Box 24, Brazil.
9. Correio da Manhã, Rio de Janeiro, 30 jan. 1943.
10. Frank D. McCann, A aliança Brasil – Estados Unidos, 1937-1945, p. 246.
11. Ibid., p. 277. Francisco César Alves Ferraz, Os brasileiros e a Segunda Guerra Mundial: a reintegração social dos veteranos da força expedicionária brasileira (1945-2000), Londrina, Eduel, 2012, p. 43.
12. Stetson Conn e Byron Fairchild, op. cit., p. 395.
13. Franklin D. Roosevelt Presidential Library & Museum, series 3, Diplomatic Correspondence, Box 24, Brazil. O texto original da declaração manuscrita pode ser encontrado na pasta: FDR Speech, 29 jan. 1943, Joint Statement FDR – Brazil President, 1449.
14. Carta de 4 nov. 1941, Renault Leite e Novelli Júnior, op. cit., p. 83.
15. Ofício secreto, do Cmt da I.D. 14 e Guarnição de Natal ao Sr. Harold Sims, vice-cônsul dos Estados Unidos nesta capital, 19 fev. 1943. Agradecimento ao historiador Giovanni Latfalla pelo envio de cópia do documento original.
16. Gustavo Cordeiro de Farias, Relatório da conferência dos presidentes em Natal, 1º fev. 1943. Agradecimento a Giovanni Latfalla pelo envio de cópia digital do documento.
17. Frank D. McCann, A aliança Brasil – Estados Unidos, 1937-1945, p. 246.
18. Frank D. McCann, Negotiating alliance in World War II, Brazil and United States, 1938-1945, p. 122.
19. Gerson Moura, Alinhamento sem recompensa, pp. 12-13.
20. Frank D. McCann, A aliança Brasil – Estados Unidos, 1937-1945, p. 244.
21. Stanley Hilton, op. cit., p. 410.
22. Frank D. McCann, A aliança Brasil – Estados Unidos, 1937-1945, p. 237.
2 respostas a “A Conferência do Potengi”
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